Kate Klein não está aqui para jogar bem. Com sua mistura exclusiva de audácia e arte, a cantora e compositora italiana criou um espaço para si mesma na cena pop, sem medo de desafiar normas e expectativas. Seu último single, “Rapaz, você é tão feia,” é tão desafiador quanto infeccioso – um hino de rompimento queimador, atado a inteligência, atitude e emoção crua.
Neste exclusivo Revista de Falha Entrevista, Kate descompacta a inspiração por trás de sua última faixa, reflete sobre os desafios de permanecer autêntico na indústria da música e provoca o que os fãs podem esperar a seguir.
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Revista de Falha: Sua música sempre carrega uma vantagem destemida e rebelde. O que inspirou ‘garoto você é tão feio’?
Kate Klein: Essa música veio de pura frustração! É sobre alguém que tem um ego inflado, mas sem autoconsciência. O título pode parecer duro, mas é realmente descascar as camadas e expor o lado feio da personalidade de alguém, não apenas a aparência deles. É divertido, sarcástico e empoderador ao mesmo tempo.
Revista de Falha: suas letras geralmente parecem profundamente pessoais, mas também universalmente relacionadas. Você acha fácil colocar suas emoções na música?
Kate Klein: Eu acho que é a única maneira de escrever. Toda música é um pequeno pedaço de mim, mas tento enquadrá -la de uma maneira que as pessoas também podem se ver na história. Seja desgosto, frustração ou alegria, a música é minha maneira de processar emoções e entender as coisas.
Revista de Falha: A música tem uma energia ousada, quase parecida com punk. Como você abordou a produção e o som?
Kate Klein: Eu queria que tivesse aquela sensação crua e quase de garagem-algo que atinge duro, mas ainda parece divertido. Mantivemos as guitarras corajas, a batida e os vocais um pouco polidos de propósito. É um caos controlado, e essa é exatamente a vibração que eu queria.

Revista de Falha: Você sempre pressionou contra as expectativas do setor. Você enfrentou desafios permanecendo fiéis à sua visão?
Kate Klein: Definitivamente. A indústria da música pode ser muito fórmula, e me disseram centenas de vezes para diminuir as coisas ou se encaixar em uma caixa mais comercial. Mas prefiro ser 100% a mim mesmo e me conectar com as pessoas que realmente o recebem do que diluem minha mensagem. No final do dia, faço música para os estranhos, os quebradores de regras e os que não se encaixam.
Fault Magazine: O que vem a seguir para você? Os fãs podem esperar mais música em breve?
Kate Klein: Absolutamente! Há muito mais em obras – novas músicas, shows ao vivo e algumas colaborações inesperadas. Estou animado para continuar ultrapassando os limites e dando vida ao meu mundo de novas maneiras.

Fault Magazine: O que é sua culpa?
Kate Klein: Estou muito impaciente! Quero que tudo aconteça ontem, o que nem sempre é uma coisa ruim, mas às vezes pode me deixar louco.
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