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Erica Campbell é uma força. Por mais de 20 anos, sua voz inconfundível tem sido a trilha sonora de inúmeras vidas, misturando a música gospel uma poderosa mensagem de fé. Como metade do dupla icônica Mary Mary E agora uma artista solo por si só, ela passou sua carreira mostrando ao mundo que a música não é apenas uma plataforma para performance – é um espaço para a cura.
Mas não apenas a chame de cantora gospel. Campbell se vê como uma embarcação – um navio para o amor e a cura de Deus. “Às vezes, sou um navio cansado. Mas sei que tenho a responsabilidade de fazer um depósito na sala, para espalhar o amor de Deus”, diz ela. É esse senso de dever inabalável que moldou sua música e sua carreira, especialmente com seu último álbum, Eu te amo. “Muitas pessoas veem o amor através das lentes da dor. Para mim, trata -se de abraçar o que o amor realmente é”, diz ela, capturando a essência de sua missão musical. O evangelho, para Campbell, é uma linha de vida. “Isso fala com a alma”, diz ela. “É um lembrete de que, independentemente do caos que enfrentamos, Deus ainda está no controle.”
Os quatro prêmios Grammy de Campbell são uma prova de seu talento, mas eles não a definem. “Um Grammy pode afirmar sua habilidade, mas não fui chamado aos prêmios – fui chamado às pessoas”, diz ela. Essa mentalidade – focada no serviço, não no status – a manteve fundamentada por tudo isso. “A vitória do Grammy deste ano parecia diferente porque não era sobre o troféu – foi sobre a jornada, a fé e as almas que pude impactar”, explica ela.
A mudança de Mary Mary para o artista solo era sísmica, mas Erica levou a passo. Por quase duas décadas, ela e sua irmã, Tina Campbell, eram uma dupla no topo das paradas. Mas entrar nos holofotes solo significava redefinir quem ela era – musicais e pessoalmente. “Eu tive que me ver como eu mesmo, não apenas como parte da minha irmã”, diz ela. Essa revelação deu origem a uma confiança renovada que ganhou vida em sua música, principalmente em “positivo”, onde ela declara, “Eu sei quem eu sou e sei quem não sou.”
“Foi um momento crucial para mim”, reflete Campbell. “Trata -se de entender seu propósito e confiar que Deus tem algo mais para você do que você jamais imaginou.”
Faith, no entanto, não é apenas algo que Erica canta – é algo que ela vive. Através de sua parceria com Programa Escolhido da Visão MundialO ativismo de Campbell chegou muito além do palco. Depois de visitar a Etiópia e testemunhar as duras realidades que enfrentam as crianças lá, ela mudou para sempre. “No momento em que fui escolhido por uma criança – agora isso foi humilhante”, diz ela. “Não se trata de consertar nada – trata -se de caminhar ao lado das pessoas e que elas saibam que elas são vistas e valorizadas”. Sua experiência na Etiópia não a tocou, transformou também os filhos. Eles deixaram de sentir simpatia a perguntar: “Como podemos ajudar?” E para Erica, esse foi um momento decisivo na modelagem da fé em ação.

Na Etiópia, ela conheceu meninas cuja força não era moldada por status ou luxo – estava enraizada na sobrevivência e na comunidade. “Eles não estão preocupados com o que os outros pensam deles. O foco deles está na sobrevivência e nos apoiando um ao outro”, explica ela, refletindo sobre como é o verdadeiro empoderamento diante da adversidade. “O empoderamento não é sobre luxo; trata -se de perseverança e celebrar o que você tem”, afirma ela, uma filosofia que guia sua música, seu ativismo e sua abordagem à vida.
Em um setor que muitas vezes leva as mulheres a se encaixarem em caixas predefinidas, Campbell nunca foi o único a estar em conformidade. “Não acredito que tenho que me encaixar na idéia de alguém do que deveria ser”, diz ela. “Eu posso ser mãe, uma artista, uma mulher de fé – e ainda ser sem desculpas.” A mensagem dela para as mulheres jovens é simples: “Você é suficiente como é”. Em um mundo que muitas vezes pressiona as mulheres a encolher ou mudar, a voz de Erica soa alta e clara: “Abrace sua verdade. Confie na grandeza dentro de você”.
Olhando para o futuro, a confiança de Erica em seu caminho é palpável. Com um novo álbum e o altamente antecipado Luta ao vivo da respiração Tour (que inclui David e Tamela Mann, Karen Clark-Sheard, Kierra Sheard e Tye Tribbett) no horizonte, ela sente que finalmente está andando totalmente em seu propósito. “Sinto que estou andando totalmente no meu plano”, diz ela, com uma certeza que vem de anos de navegação nos altos e baixos da fama e da fé. A turnê, que ela chama de “uma chance de continuar minha missão”, é usar todas as etapas como uma plataforma para espalhar a esperança e o poder de Deus.
Para Campbell, todos os estágios são um espaço sagrado – uma oportunidade não apenas para se apresentar, mas servir, elevar e lembrar o mundo do amor de Deus.
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