Alguns dos melhores álbuns de todos os tempos nasceram de artistas atingindo seus pontos de ruptura. Bruce Springsteen ficou tão frustrado fazendo Nascido para correr que ele jogou as fitas em uma piscina de raiva. O lado sombrio da lua foi o produto da saúde mental em declínio de Syd Barrett e eventual afastamento de Pink Floyd. E Fleetwood Mac’s Rumores foi criado durante um período em que a banda, para dizer o mínimo, estava passando por uma série de conflitos românticos internos. Enquanto eu não acho que o novo registro de Brandi Carlile/Elton John Studio Quem acredita em anjos? alcançará o mesmo status lendário que os clássicos mencionados, é ótimo, com muito drama nos bastidores. (Spoiler! Elton John, de acordo com o vídeo dos bastidores, quase sai).
A idéia de colaborar em um disco juntos foi criada por John e Carlile (que são amigos íntimos), junto com o produtor e compositor Andrew Watt. Bernie Taupin, parceira de composição de longa data de John, e Carlile contribuiu com a letra.
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Quem acredita em anjos? Fornece John e Carlile muitos holofotes de música como vocalistas principais. Mas a primeira faixa do álbum, “The Rose of Laura Nyro”, é um dueto intransigente entre os dois, um redemoinho épico de piano e teclados, guitarra elétrica, bateria e harmonias semelhantes ao coral. É uma ótima introdução ao álbum, dando Goodbye Amarelo Brick Road vibrações.
“You Without Me”, é outro destaque, com Carlile nos vocais principais e John apoiando -a nesta balada macia, acústica e com os dedos.
John lidera a acusação vocal de “Never Toout Toous”, escrito para o documentário da Disney+ com o mesmo nome, lançado no ano passado. É uma faixa que, à primeira vista, bordou em Schmaltzy para mim. Mas quanto mais eu coloco essa música repetindo, cresci para apreciar como ela remonta ao registro de John 1971 (ou 1970 na Grã -Bretanha), Conexão Tumbleweedum favorito absoluto meu de sua discografia.
“Swing for the Cercas” e “A Little Light” são faixas fantásticas que são sem desculpas otimistas, o que é o que precisamos agora. De fato, o álbum inteiro é um pacote de positividade e luz, o que é de se esperar, suponho, com um registro chamado, Quem acredita em anjos?
O conceito de anjos, pelo menos para mim, é um tropeço da qual me cansei na cultura pop e sempre me faz pensar em filmes de canal Hallmark e momentos preciosos figuras – tanto me deixam enjoado. Quando ouvi pela primeira vez sobre este álbum, fiquei cético; Não por John e Carlile, pois ambos são mestres de seus domínios musicais. Foi aquele título maldito, Quem Acredita em anjos?isso inicialmente me desligou. Mas esse registro, que evoca temas de envelhecer, relembrar o passado, a morte e a vida após a morte, às vezes é profundamente emocional e comovente, e em outros, enérgicos e crus com formigos de rock and roll, pop e americana em tons de país.
Mas o que eu mais tirei de Quem Acredita em anjos? É o seguinte: o mundo parece estar em seu ponto de ruptura, e John e Carlile, através de seu álbum sem desculpas otimistas, estão fazendo o possível para nos impedir de alcançá -lo.
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