Enquanto alguns jovens Roald Dahl fãs, como eu, preferiram o arrepio aconchegante de As bruxas ou o estranho capricho de James e o Pêssego Gigante, outros leitores eram decididamente crianças Twits. Eles gostaram da história nojenta daquele romance sobre olhos de vidro colocados no fundo de copos de cerveja, minhocas trocadas por espaguete e assim por diante. A própria concepção do livro, de 1980, teve como premissa a repulsa: foi escrito principalmente porque Dal queria falar sobre o quanto ele odiava barbas (um de seus preconceitos mais inócuos, ao que parece). Quando criança, eu via o apelo nojento de tudo isso, mas pensei The Twits – sobre um casal cruel e desleixado e uma família de macacos mágicos tentando escapar de sua prisão – um pouco sórdido demais para ser considerado um clássico no nível de, digamos, Charlie e a Fábrica de Chocolate.
The Twits já foi adaptado para o palco no passado,…
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