Sua aparição de sete minutos sem diálogos ao lado de Boris Karloff como a Noiva foi lendária – ela merecia que seu legado fosse lembrado.
Afinal, ela era basicamente a única estrela feminina do elenco do Universal Horror, diz ele.
“Muitas pessoas também esquecem que ela interpretou Mary Shelley, que conta aos poetas Shelley e Byron sua história assustadora de um homem tentando brincar de Deus, no início do filme”, diz Michaels.
O interesse em Lanchester surgiu no início do ano, quando a Universal Studios lançou mercadorias e edições especiais de A Noiva de Frankenstein para comemorar o 90º aniversário do filme. Em julho, uma placa azul foi inaugurada na casa de infância de Lanchester em Battersea, Londres, que também homenageava sua mãe Edith, que era socialista, feminista e sufragista.
Foi uma surpresa quando Michaels descobriu que o agente de Lanchester, Herschel Green, a tinha enterrado no Valhalla Memorial Park, em North Hollywood – e que as suas cinzas não tinham sido espalhadas como se acreditava.
“Talvez ela não tenha se importado muito com o que aconteceu depois que ela partiu”, ele sugere.
Em menos de 36 horas, o Sr. Michaels financiou o suficiente para que um marcador de parede formal reconhecesse esta lenda do terror. A cerimônia de inauguração será realizada no dia 28 de outubro – aniversário dela.
“Eu queria comemorar seu aniversário de 123 anos”, diz Michaels, “e, honestamente, esqueci que faltavam poucos dias para o Halloween”.
James Bartlett é um jornalista de cultura/viagens e autor de crimes reais que mora em Los Angeles
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