Michael Jackson foi eleito a celebridade morta mais bem paga da Forbes em 2025, com o Rei do Pop arrecadando cerca de US$ 105 milhões em ganhos antes dos impostos no ano passado.
O número mantém Jackson bem à frente de outros líderes de lucros póstumos e reflete um fluxo constante de receita proveniente da música, franquias de shows ao vivo, acordos de licenciamento e vendas de catálogos do patrimônio.
Grande parte do recente impulso remonta a uma transação de alto perfil em 2024, na qual o espólio vendeu uma participação de 50% nas gravações master e publicações de Jackson para a Sony Music por cerca de US$ 600 milhões, um acordo que remodelou a forma como o catálogo irá gerar receita no futuro.
A Forbes e parceiros de reportagem observam que o espólio de Jackson já arrecadou cerca de US$ 3,5 bilhões desde sua morte em 2009, tornando-o de longe a marca musical póstuma mais lucrativa do planeta.
As fontes de renda da propriedade incluem a residência de longa data em Las Vegas e produções itinerantes inspiradas em seu trabalho, bem como shows da Broadway e internacionais que continuam atraindo o público.
Observadores da indústria dizem que a combinação de monetização de catálogos, licenciamento de alto nível e parcerias de entretenimento ao vivo explica por que as celebridades mortas agora estão regularmente no topo das listas de dinheiro.
No caso de Jackson, a cuidadosa estratégia comercial do espólio e as transações de alto valor criaram uma lacuna entre ele e outras estrelas falecidas que é difícil de superar.
Como disse um advogado imobiliário à Forbes: “Quando se trata de ganhos imobiliários, é MJ, depois um enorme desfiladeiro e depois todos os outros”.
A lista da Forbes para 2025 mostra muitos músicos ocupando os primeiros lugares, sublinhando o quão valiosas são as músicas gravadas e a propriedade intelectual associada para artistas legados.
Essa tendência também destaca mudanças mais amplas no negócio da música, onde a propriedade de catálogos e o licenciamento estratégico se tornaram fundamentais para o valor a longo prazo, tanto para artistas vivos como falecidos.
Seja medido em receitas de bilheteria, royalties de streaming ou acordos de catálogo de grande sucesso, a vida financeira de Michael Jackson é um lembrete de que a vida comercial da música pode durar muito mais que o tempo de um artista no palco.
Para a indústria, o número principal é um estudo de caso sobre como as propriedades, as marcas e os parceiros estão a transformar o legado em receitas duradouras.
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