Com certeza, o estúdio por trás da máquina de publicidade rosa e verde entregou um ataque épico de todas as coisas de Oz. Uma vaga no Super Bowl de US$ 7 milhões. Starbucks bebidas temáticas e parcerias com outras 400 marcas corporativas. Uma parada chamativa nos Jogos Olímpicos de Verão de Paris. Dezenas de capas de revistas. E uma coletiva de imprensa para sempre.
“Eles precisavam bater na cabeça das pessoas”, diz um executivo de um estúdio rival.
Isso porque a Universal estava estabelecendo “Malvado”, baseado no sucesso da Broadway, não como um musical efervescente para mães e filhas, mas como uma extravagância de quatro quadrantes na escala de “Barbie.” Os esforços valeram a pena: “Malvado” foi lançado com US$ 112 milhões e estabeleceu um recorde de bilheteria para adaptações do palco para a tela, com US$ 756 milhões em todo o mundo.
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