A família real britânica está mais uma vez no centro das conversas públicas. Após a drástica decisão do rei Carlos III de retirar títulos e honras ao seu irmão, o agora ex-príncipe André, múltiplas fontes indicam que o monarca estaria a considerar dar um papel mais relevante, embora pontual, às suas sobrinhas, as princesas Beatriz e Eugénia de Iorque.
A ideia, explorada desde antes do escândalo, ganha um novo significado: reforçar a presença institucional com duas figuras jovens, preparadas e dispostas a apoiar a coroa, sem que isso implique transformá-las em membros activos a tempo inteiro.
O interesse de Carlos III: apoio às sobrinhas num momento crítico
Segundo fontes próximas do palácio, o rei Carlos não quer que Beatriz e Eugénia paguem as consequências públicas dos atos do pai. Ambos mantiveram uma vida profissional estável, longe de escândalos, e costumam ser valorizados pela discrição, trabalho e proximidade.
Charles estaria considerando incluir as princesas de York nas atividades oficiais.
Fontes próximas à realeza afirmam que as princesas são “gentis, trabalhadoras e querem ajudar a coroa de todas as maneiras que puderem”. Diz-se que mesmo antes da recente polémica, o palácio já analisava como incorporá-los em atos específicos quando necessário.
A intenção do monarca não seria integrá-los como membros da realeza oficial, mas sim convidar a sua participação em eventos específicos, embaixadas culturais e projetos sociais alinhados com as suas carreiras.
O papel de Eugenia na Fundação do Rei
A princesa Eugenie, 35 anos, acaba de dar um passo significativo na sua relação institucional com a coroa ao tornar-se mentora da The King’s Foundation, a principal organização do rei Carlos dedicada à educação, às artes e ao património.
No dia 13 de novembro foi realizada uma recepção dirigida a jovens criativos com menos de 35 anos; Lá, Eugênia ficou entusiasmada e orgulhosa de participar.
“Adorei conhecê-los e aprender sobre seu trabalho. Estou ansiosa para apoiá-los em seu caminho para o futuro”, declarou a princesa.
E o seu papel enquadra-se perfeitamente na sua carreira profissional como diretora da prestigiada galeria Hauser & Wirth, o que a torna uma figura ideal para promover o talento criativo dentro da fundação real.
Beatriz fortalece sua agenda institucional
Por sua vez, a Princesa Beatriz continua a construir uma sólida presença pública que, sem ser oficial, mantém ligações constantes com causas beneficentes e educativas.
Ela foi recentemente anunciada como administradora adjunta da The Outward Bound Trust, uma organização focada em aprendizagem ao ar livre, após anos de serviço como administradora.
Essa responsabilidade se soma à sua trajetória no setor de tecnologia como vice-presidente de parcerias estratégicas da Afiniti, o que a posicionou como uma da realeza com perfil mais moderno e profissional.
O possível regresso institucional das princesas Beatrice e Eugenie representa uma oportunidade estratégica para a monarquia britânica: uma presença jovem, profissional e livre de escândalos num momento em que a instituição procura estabilidade e renovação.
Embora nada esteja decidido, tudo indica que o rei Carlos III confia neles para fortalecer a imagem da coroa e demonstrar que os laços familiares continuam a ser um pilar essencial, mesmo em tempos turbulentos.
‘ O artigo anterior foi obtido e traduzido do site internacional da celebrity.land ’















