“Alguma vez pensamos que é aqui que estaríamos tão Americanos?” ela pergunta, sua voz embargada. “Não. Porque a América parecia o melhor lugar para se estar.”
É um momento vulnerável durante uma conversa que abrange todo o espectro – incluindo seu desempenho imponente em “O Testamento de Ann Lee”, sua famosa tradição de fazer tortas no Dia de Ação de Graças e as maneiras inesperadas como um filme de época sobre um líder religioso do século 18 fala ao nosso presente fraturado.
Entre aparições promocionais, Seyfried sente saudades de casa, sente falta dos filhos em sua fazenda no norte do estado de Nova York enquanto contempla o que Ana LeeA visão utópica do Brasil significa em 2025.
“Graças a Deus estamos falando tanto sobre Ann Lee, porque há uma relação direta entre o que ela criou e o que nos falta”, diz Seyfried. “Que tal se todos nós não tivermos nenhum tipo de agenda? Que tal a nossa agenda ser cuidar uns dos outros?…
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