Desde que a Academia distribuiu homenzinhos de ouro, também se debateu com esta questão aparentemente simples. Nesta temporada, o debate ressurge de forma dramática. Quando Paulo Thomas Andersonde “Uma batalha após a outra”estreou em setembro, Sean Penn foi amplamente visto como o favorito para ator coadjuvante, entregando uma virada feroz como um homem mergulhado em crueldade e decadência moral. Mas à medida que os precursores surgiram, a co-estrela Benício Del Toro – interpretar um personagem que o público ama e pelo qual torce – conquistou quase todos os principais grupos de críticos.
A mudança levanta uma possibilidade familiar e intrigante: os eleitores do Oscar resistem silenciosamente a homenagear performances que incorporam a vilania inabalável e inabalável?
A história sugere que sim.
Considerar Ralph Fiennes em “Lista de Schindler”, cujo retrato arrepiante de Amon Göth continua sendo uma das representações mais indeléveis do mal no cinema. Apesar da aclamação universal e Steven Spielbergé…
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