Há vislumbres do filme do Príncipe William e do Príncipe Harry em imagens de arquivo, junto com imagens da infância do Rei Charles.
Há uma aparição inesperada do Duque de York. Embora neste caso seja o nome de uma variedade de batata que o Rei recomenda como uma boa opção para assar.
“Se você quer uma batata assada decente, que eu adoro, é preciso ter casca crocante, então os Duke of Yorks tintos são muito bons”, diz ele.
O filme promove a sua visão do mundo sobre a interligação de todas as coisas – e é um exemplo de como vemos mais o Rei como um homem interior, para além do seu papel como figura pública.
Ele vem logo depois de uma exposição sobre outras de suas paixões pessoais, com a King’s Foundation exibindo exemplos de ícones que são uma parte importante da fé ortodoxa.
É uma visão eclética e internacional, com o filme abordando exemplos de harmonia em lugares como Índia, Guiana e Afeganistão.
Mas é também um mundo em que o político dos EUA de quem ouvimos falar é o antigo vice-presidente Al Gore, que fez campanha sobre as alterações climáticas.
O rei faz sua própria observação sobre sua vida de campanha.
“Talvez, quando eu sair deste invólucro mortal, possa haver um pouco mais de consciência… da necessidade de juntar as coisas novamente”, diz ele.
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