Mas aqui estamos, meio ano depois, com Maggie Gyllenhaalde “A noiva!” É um filme de terror? Não exatamente. Um filme de premiação? De jeito nenhum. Um golpe potencial? Eu duvido. É uma tragicomédia feminista punk desconexa de l’amour fou, uma decolagem renegada no “Frankenstein” mito. E embora o filme não funcione muito bem – ele avança pesadamente e queima fusíveis; tem muita carne e sangue, mas não tem espinha dorsal suficiente para contar histórias – há uma centelha de audácia nele. É…
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