A gigante de mídia norte-americana Disney está se preparando para cortar até 1.000 empregos nas próximas semanas, muitos deles em seus departamentos de marketing, de acordo com um relatório.
O Wall Street Journal (WSJ) disse esta semana que a empresa eliminará as funções como parte dos esforços para consolidar suas operações de marketing em entretenimento, experiências e esportes. Isso ocorreu depois que toda a sua operação de marketing foi colocada sob o comando de Asad Ayaz em janeiro.
Os cortes de empregos também podem advir da combinação do Disney+ e do Hulu, que antes eram serviços independentes, em um único aplicativo.
Este será um dos primeiros grandes movimentos do novo CEO Josh D’Amaro, que substituiu Bob Iger no mês passado. O plano de lay-off, no entanto, está em elaboração desde o outono passado, disse o WSJ. A Disney também cortou mais de 7.000 empregos em 2022 e 2023, após o retorno de Iger como CEO.
Os relatórios sobre os planos da Disney chegam na mesma semana em que a Sony Pictures Entertainment disse que seria cortando centenas de empregos como parte de uma reorganização global orientada para se posicionar para o crescimento futuro.
Em geral, continuaram a haver cortes nos últimos anos, com a Paramount cortando cerca de 2.000 posições após sua aquisição pela Skydance no ano passado. Também se espera que haja grandes demissões quando a Paramount Skydance concluir sua aquisição da Warner Bros Discovery por US$ 111 bilhões, o que deverá resultar em pelo menos US$ 6 bilhões em economias de custos.
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