Fábio Assunção, atualmente com 54 anos, encara o envelhecimento como um processo de renúncia ao “eu” individualista, focando no coletivo, na presença e na redução da necessidade de posse. Ele descreve a velhice como um “presente”, mas também relembrou ter sentido um envelhecimento precoce e exaustão extrema aos 30 anos devido ao vício
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