“Nós assistimos o [original] filmes, e então analisamos o contexto das músicas dentro da história maior”, explicou Kurz. “Depois, decidimos o que cada letra significava e como ela se encaixava na batida e no ritmo da música. A partir daí, desenvolvemos uma ideia geral de quais sinais usaríamos e depois os apresentamos aos atores para ver como ficaria… Alguns dos sinais estão mais nas mãos, e outros estão mais no rosto ou no corpo.”
Osmond acrescentou: “A língua de sinais e o inglês não são uma tradução direta. Eles são muito diferentes. Quando começamos a reimaginar essas sequências, em colaboração com o Deaf West Theatre, foi muito importante para nós dois trabalharmos com a comunidade surda para identificar exatamente como esses sinais deveriam ser, porque queremos que eles sejam reais – que sejam genuínos”.
Outras considerações igualmente importantes foram tomadas durante este processo. Para “Beyond”, Kurs escalou um ator de herança das Ilhas do Pacífico que é surdo para reter as nuances culturais de cada movimento. Para “Não Falamos do Bruno”, atores colombianos surdos foram escalados para garantir a autenticidade.
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