Deixe-me dizer, nunca começo uma crítica falando sobre o cenário de um show. Mas eu tenho que falar sobre o set desse show. O design cênico de Dane Laffrey está fora deste mundo. Esqueça o fato de que muitos dos personagens voar (isso não é um spoiler – você tem a primeira visão disso logo nos momentos iniciais). Mas o design permite que a frente do proscênio afunde e desapareça, cenários completos desçam dos céus e o que você pensava serem paredes sólidas se tornem peças móveis para os atores atuarem. E apesar de tudo isso, a ação não parece restrita (como costuma acontecer nos palcos da Broadway). Seria realmente uma pena se tal cenário fosse desperdiçado em um musical ruim… mas felizmente, esse não é o caso aqui. Das músicas às apresentações, todo o resto do show é muito bom.
Shoshana Bean brilha como Lucy, apresentando uma performance em camadas, muitas frases engraçadas e vocais que derrubam a casa (de novo e de novo). A personagem dela tem também muitas músicas? Talvez. Eu a ouviria cantar o dobro? Absolutamente.
E embora o elenco ao seu redor não seja tão “famoso na Broadway”, eles também são espetaculares. LJ Benet canta e atua como o filho “perdido” Michael. Benjamin Pajak impressiona e arranca risadas como o filho mais novo, Sam. Ali Louis Bourzgui é assustador (e terrivelmente bom) como o mais novo “amigo” de Michael que guarda um segredo assustador.
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