Há mais de 50 anos, o Norte do País abriga uma organização destinada a ajudar pessoas com deficiências de desenvolvimento e suas famílias.
E durante a maior parte desse tempo, trouxe alguns dos maiores nomes da música como forma de arrecadar dinheiro.
Mas à medida que os tempos mudaram e os concertos se tornaram mais caros, os shows do DPAO não existirão mais.
“Isso é o principal: ajudar as crianças no programa. É por isso que ainda estou envolvido na minha idade”, disse o fundador da Disabled Persons Action Organization, Joe Rich.
Rich fundou a Organização de Ação para Pessoas com Deficiência em 1974. Ela foi projetada para fornecer serviços individuais para pessoas com deficiências de desenvolvimento no Norte do País. E agora, 52 anos depois, Joe não perdeu um pingo de paixão por este lugar.
“Se você contar todo mundo, nós impactamos, são bem mais de mil todos os anos”, disse ele.
No entanto, para manter a DPAO funcionando, Rich precisava arrecadar fundos, então criou uma série de concertos de verão. Mas não era apenas um grupo local brincando no parque. Ele trouxe shows massivos com os maiores nomes para a pequena Watertown, Nova York.
“Fizemos todos os shows imagináveis que você possa imaginar, ao todo 300 grandes shows”, disse Rich.
De Brantley Gilbert, Willie Nelson e Blake Shelton a Keith Urban e até Reba McIntyre, os shows foram um sucesso e causaram um impacto que nem Rich poderia imaginar.
“Não foi apenas benéfico para as crianças que servimos, mas também contribuiu para a economia, com cerca de 10 milhões de dólares por ano”, disse ele.
Mas, ao contrário da paixão de Rich, a economia mudou. E neste verão, depois de 50 anos, estes concertos não existem mais.
“Os shows de US$ 50 mil custam agora US$ 400 mil. Simplesmente não temos fundos para fazer isso”, disse ele, dizendo que as receitas de ingressos e concessões não compensariam o aumento geral dos custos.
Portanto, este ano, a Diretora Executiva da Fundação DPO, Tricia Schwartz, diz que a missão de manter a organização não apenas viva, mas próspera, se concentrará em eventos comunitários menores e de base.
“Esperamos que as pessoas nos apoiem. Temos muitas pessoas que dependem da agência e estamos aqui para ficar”, disse Swartz.
E embora Rich sinta falta disso, ele diz que só quer o que é melhor para as pessoas no prédio da DPAO.
“Eu gostaria que houvesse alguém por aí que pudesse dizer: ‘Ei, Joe, vou apoiar o show e vou te dar todo esse dinheiro para fazer isso’, mas ninguém se apresentou.
Rich diz que a concorrência das cidades próximas – incluindo o anfiteatro e os shows gratuitos na Feira Estadual todo verão – também desempenhou um papel na decisão de seguir em frente.
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