John Candy: Eu gosto de mim é uma anomalia no contexto da celebridade documentários. Ele contém algumas das lutas de pessoas famosas que se tornaram clichês do gênero – nenhum escândalo, nenhum vício, nenhuma falência, nenhum comportamento notavelmente questionável. O comediante teve suas lutas, mas este é um bom filme. E é feito por Hollywood Nice Son Colin Hanksque conheceu Candy quando Candy co-estrelou com seu pai, Tom, em 1984 Respingo.
“Ele era uma personalidade incrivelmente envolvente”, lembra Colin Hanks. “É preciso um tipo especial de pessoa para deixar esse tipo de marca em uma criança.”
Eu gosto de mimlançado pela Prime Video, chegou a Hanks através do produtor Ryan Reynolds, que há muito tem afinidade com Candy e já contava com a participação garantida dos filhos de Candy, que forneceram à produção filmes caseiros, roteiros e outras características dos vastos arquivos de seu pai.
O filme resultante é uma comovente homenagem a um artista que de alguma forma manteve seu senso de identidade, apesar de ter perdido o pai em seu 5º aniversário, lutando contra a ansiedade em uma época em que a saúde mental não era comumente discutida na cultura dominante e sendo questionado por jornalistas sobre seu peso. O título vem de um conhecido Aviões, trens e automóveis monólogo em que o personagem de Candy, o simpático vendedor Del Griffith, responde às críticas do antipático executivo de publicidade de Steve Martin, Neal Page, dizendo: “Pense o que quiser de mim. Não estou mudando. Eu gosto de mim.”
Uma das maiores descobertas da pesquisa de Hanks foram os recortes de Candy’s Sozinho em casa improvisações. Seu papel como o “rei da polca do Centro-Oeste” é um dos elementos mais memoráveis do blockbuster, e o diretor Chris Columbus desenterrou os diários em seu porão. Essa filmagem agora funciona como uma homenagem à parceira de cena de Candy, Catherine O’Hara, que fez o elogio de Candy em 1994 e morreu em janeiro.
Hanks reconhece que há uma versão mais “obscena” do documento que traça contrastes entre Candy e seus dois colegas corpulentos que morreram de overdose de drogas, John Belushi e Chris Farley, mas ele optou por não seguir esse caminho. “É meu trabalho como cineasta não criar drama, mas mostrar onde esse drama realmente existiu e apresentá-lo de uma forma envolvente”, diz ele. “Todo mundo experimenta trauma de alguma forma. Não precisa ser um trauma com T grande. Mas esses traços de personalidade – aquela energia gregária, de todos se reúnem – foram o que tornou John especial. Eles também foram aprendidos como mecanismos de enfrentamento.”
O objetivo, aos olhos de Hanks, era aprofundar a compreensão do público sobre o homem que ajudou a definir uma geração de comédia com Televisão da Segunda Cidade, Milhões de Brewster, Bolas espaciais, Tio Buck e Corridas legais. “Lembro-me de pensar desde cedo que John era um homem comum, e as pessoas viam nele uma qualidade com a qual se conectavam”, diz Hanks. “E se o problema entre aspas que nosso assunto tem for tão identificável quanto o que todo mundo passa?”
Esta história apareceu pela primeira vez em uma edição independente de junho da revista The Hollywood Reporter. Para receber a revista, clique aqui para se inscrever.
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