“The Music Is Black: A British Story”, editado por Jacqueline Springer com prefácio de Dame Shirley Bassey, já está disponível no Victoria & Albert Museum, oferecendo um relato épico da história imperial e colonial britânica, da diáspora africana e da história social britânica contemporânea contada inteiramente através da música.
A música negra britânica serviu de banda sonora para períodos profundos de mudanças políticas, sociais, culturais e demográficas, funcionando como som de identidade, resistência, celebração, perda e esperança, tudo ao mesmo tempo. O livro abre com uma exploração do som e da identidade da diáspora africana moldada pelo imperialismo e colonialismo britânicos de 1400 a 1900, antes de Springer examinar a paisagem musical negra na Grã-Bretanha de 1900 a 1970.
O rap americano e o ragga jamaicano recebem atenção especial por suas contribuições vitais aos gêneros locais centrais no livro, incluindo rock de amantes, funk britânico, 2 tons, selva, drum and bass, trip-hop e garage e grime do Reino Unido. Cada gênero é examinado através do enquadramento acadêmico de seu contexto social e político e de entrevistas em primeira mão com artistas, apresentando vozes como Carroll Thompson, Neville Staple, Kenny Wellington, Bluey Maunick, Fabio e Grooverider, Skye Edwards e Ross Godfrey do Morcheeba, Megaman, DJ Target e Slimzee.
Springer, curador de Africa and Diaspora: Performance at the V&A, traz profundo conhecimento institucional para o projeto, resultando num livro que testemunha a resiliência, a engenhosidade e o coração por trás dos criadores da música negra britânica ao longo de gerações.
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