Sobre as mulheres: O grupo conta com a mãe de Lizzie (também chamada Lizzie e também interpretada por Flood), além de Dora (Audrey Corsa), uma recepcionista motivada; Susan (Adina Verson), uma escritora ousada e que não se conforma com o gênero; Isidora (Irene Sofia Lucio), que a princípio parece um estereótipo siciliano ardente, mas logo prova que é muito mais radical e estratificada do que se espera; Margie (Betsy Aidem), a única mulher tradicionalmente casada, que parece ser a mais insegura sobre como transformar a libertação das mulheres em ação; e Celeste (Kristolyn Lloyd), a única mulher negra do grupo, que relutantemente voltou para casa para cuidar de sua mãe moribunda.
À medida que a história se desenrola, conhecemos cada mulher – os seus medos, frustrações e as diferentes formas como a “luta pela igualdade” se manifesta nas suas vidas. Também levanta uma questão poderosa: O que você está disposto a sacrificar para conseguir o que deseja? Para muitas mulheres naquela altura, a resposta poderia significar arriscar a segurança no emprego ou a estabilidade financeira que acompanhava o casamento.
Mesmo que a maior parte Libertação ocorre na década de 1970, parece quase relevante hoje em dia – porque, sejamos honestos, as mulheres ainda lutam pela igualdade. O que eu mais adorei é como o show se inclina para as nuances. Liberdade e igualdade não são conceitos que sirvam para todos. Para alguns, pode significar escolher ser dona de casa; para outros, trata-se de subir na hierarquia corporativa e dar as ordens. E para a maioria de nós, está em algum lugar no meio. No final das contas, trata-se de ter escolha.
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