Bailey Tomkinson e The Locals estão tendo um momento. Recém nomeado BBC Introducing One To Watch para 2025, o coletivo Cornish lançou seu novo EP cintilante Witching Hour, uma mistura ensolarada de pop moderno e cool californiano que está ganhando comparações com Stevie Nicks e HAIM.
Seu show em Londres em Lafayette até atraiu Dua Lipa para a multidão, um aceno adequado para uma banda cuja estrela continua a crescer. A faixa-título e single de foco, “Witching Hour”, captura a atração agridoce da saudade adolescente – aquela mistura de magia, ciúme e desgosto que define a juventude.
“’Witching Hour’ é sobre aquela dor adolescente de querer alguém que você não pode ter e ter ciúmes da garota que quer”, explica Bailey. “É aquela mistura de saudade e magia, quando o amor parece impossível, mas você não consegue evitar a queda de qualquer maneira.”
Através de suas quatro músicas – “Supermoon”, “Moonshine”, “Witching Hour” e “Chrysalis” – o EP canaliza emoções sinceras para o pop-rock widescreen, em algum lugar entre Sabrina Carpenter e Sam Fender. É uma evolução de som que parece ao mesmo tempo nostálgica e fresca, equilibrando o melancólico country-rock dos anos 70 com tons pop brilhantes e melódicos dos anos 80.
“Este EP nos captura a todo vapor”, acrescenta Bailey. “É sobre crescer – primeiros amores, desgosto, ciúme, esperança – todos aqueles momentos que mudam você. Também reflete nossa própria jornada; fazer essa música é como trocar a pele velha e entrar em algo novo.”
Todas as quatro músicas foram escritas por Bailey Tomkinson, com “Chrysalis” co-escrita por Ian Barter (Dermot Kennedy, Amy Winehouse) e “Moonshine” co-escrita com o guitarrista da banda – e agora marido – Jordan Lee Collins. A produção é cortesia de Josiah Manning (Seth Lakeman).
O lançamento segue um verão turbulento de apresentações em festivais, incluindo apresentações de destaque em Boardmasters, Kernowfornia e The Great Escape, além de slots de apoio com Keane e Simple Minds. A banda – completada por Tadhg Cullen (baixo), Callum Masters (bateria) e Daniel Woodfield (saxofone) – lançou o EP Witching Hour no início desta semana com um show esgotado no The Waiting Room em Londres.
Além da música, Bailey também se tornou uma voz do ativismo ambiental, trabalhando com a campanha Music Declares Emergency No Music on a Dead Planet. Sua estética boho sem esforço a tornou uma das favoritas de marcas como Wrangler, Free People e Levi’s – um reflexo adequado de seu espírito livre e artístico autêntico.
Witching Hour já está disponível em todas as plataformas de streaming, um instantâneo fascinante de uma banda entrando com confiança em seu próximo capítulo.
Leia nossa entrevista anterior com eles aqui.
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