A cantora norte-americana Britney Spears se tornou a mais recente musicista a vender os direitos de seu catálogo, que inclui sucessos como “…Baby One More Time” e “Oops!…I Did It Again”, relata a mídia norte-americana.
Acredita-se que o negócio valha cerca de US$ 200 milhões (US$ 281 milhões), segundo fontes citadas pelo site de celebridades TMZ, embora o valor exato não esteja detalhado em documentos legais.
Essa quantia seria comparável à venda do catálogo do cantor canadense Justin Bieber em 2023.
A Reuters e meios de comunicação dos EUA relataram que Spears vendeu os direitos para a editora musical independente Primary Wave, que também abriga artistas como Whitney Houston, Prince e Stevie Nicks.
Nem Spears nem Primary Wave responderam publicamente à notícia.
Spears, 44 anos, se junta a uma lista crescente de artistas que venderam seus direitos musicais nos últimos anos, incluindo Bruce Springsteen e Bob Dylan, bem como Shakira e KISS.
Os proprietários dos direitos de publicação de uma música recebem pagamento por cada transmissão, venda de álbum ou uso em publicidade e filmes.
O crescente mercado de direitos musicais permite aos artistas rentabilizar os seus catálogos, que são ativos atrativos a longo prazo para os investidores na era do streaming.
Grandes gravadoras como Sony, Universal e Warner também se expandiram nesta linha de negócios, ao lado de investidores especializados Recognition Music Group e Concord Music Publishing.
Spears alcançou a fama no final dos anos 1990, mas se afastou amplamente do cenário musical nos últimos anos.
Em 2021, um tribunal dos EUA encerrou uma tutela de 13 anos que permitia ao pai de Spears controlar suas finanças – um acordo que a cantora descreveu como abusivo.
AFP/Reuters
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