Na noite de domingo, como Tapete vermelho do Oscar as chegadas diminuíram, um novato no cinema ficou para trás para ter seu momento – provavelmente porque eles não estenderam um tapete vermelho no Shark Tank ou durante suas frequentes aparições na Fox News.
Sim, Kevin O’Leary estava no Oscar. Porque perdemos todo o senso de decoro! – e também porque ele teve um papel coadjuvante em Marty Supreme. Em um tapete vermelho entrevista com Variedadeele revelou que apostou US$ 1.000 em seu co-estrela Timothée Chalamet para ganhar o prêmio de Melhor Ator. Então você pode imaginar minha alegria quando Michael B. Jordan levou a estátua para casa no final da noite, deixando Marty Supreme de mãos vazias e O’Leary com 1.000 dólares. Tenho certeza de que US$ 1.000 equivalem a 25 centavos aos olhos desse cara, mas ei, ele ainda perdeu dinheiro. Uma vitória é uma vitória!
“[Timothee’s] um cara realmente ótimo”, disse O’Leary à Variety. (Não é o melhor visual para Timmy quando um idiota registrado está correndo em sua defesa, mas tudo bem.) “Eu sei que a votação parou muito antes aquela polêmica ocorrido. O garoto é um ótimo garoto. Ele levou uma bronca nisso. E por falar nisso, fiz muitas promoções em casas de ópera e balé.”
É verdade, mas alguém deveria ter informado O’Leary sobre uma pequena teoria da internet chamada Maldição Kardashian – uma piada esportiva contínua que diz que quando um atleta começa a namorar uma Kardashian, a tendência de sua carreira diminui. Pense em Tristan Thompson, Kris Humphries, Ben Simmons, Devin Booker, Lamar Odom… para citar alguns. Chalamet, que namora Kylie Jenner há três anos, foi desprezado mesmo depois de sua campanha hardcore (quase implorando) pela vitória, além de ter vencido a categoria no Globo de Ouro e na Escolha da Crítica.
Maldição à parte, sabíamos que a categoria seria uma disputa. Chalamet estava ótimo em Marty Supreme, mas toda vez que O’Leary aparecia na tela, eu sentia raiva. A pura satisfação que ele parecia sentir por estar em um filme foi suficiente para torcer contra o filme.
Além disso, O’Leary não é um defensor das artes, contando às celebridades como Billie Eilish para “calar a boca e apenas entreter” depois de seu discurso no Grammy, no qual ela disse: “ninguém é ilegal em terras roubadas”. Conselho interessante, considerando que ele parece não ter problemas em abrir a boca, especialmente na Fox News.
Tonalidade bônus: seu traje do Oscar foi, sem exagerar, um dos looks mais diabólicos que já vi. Incluía uma corrente incrustada de diamantes exibindo o raro cartão Triple Logoman da NBA, supostamente avaliado em US$ 30 milhões, que ele exibia como uma criança no show-and-tell.
Sinto um enorme orgulho ao ver esses artistas, cercados por seus pares, se unirem para homenagear o trabalho uns dos outros e reconhecer a dedicação necessária para desenvolver seu ofício. E depois há O’Leary: um infiltrado, um lobo em pele de lobo – ou, neste caso, um top feio.
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