Rick Springfield tornou-se cidadão americano por razões práticas, mas a sua explicação diz mais sobre a sua vida na América do que uma resposta documentada normalmente diria.
O roqueiro australiano, mais conhecido por “Jessie’s Girl”, abriu em uma nova Pessoas entrevista sobre por que ele se tornou oficialmente cidadão americano em 2006. Springfield primeiro brincou dizendo que queria ser jurado, depois deu a resposta real: casamento, impostos, procuração e garantir que sua esposa, Barbara Porter, pudesse tomar decisões financeiras se algo acontecesse com ele.
A resposta não foi glamorosa, mas se encaixou na forma como Springfield descreveu sua vida nos Estados Unidos. A América é onde sua família, amigos, carreira e rotinas diárias estão enraizadas há décadas.
Springfield disse que a decisão começou com preocupações práticas
Crédito da imagem: Debby Wong/Shutterstock.
Springfield disse à People que a decisão de cidadania se resumia a questões “técnicas” ligadas ao casamento, impostos e procuração.
Ele disse que queria ter certeza de que, se morresse antes de Porter, ela seria capaz de tomar decisões financeiras sem complicações desnecessárias. Isso deu à história um formato mais pessoal do que um tema de celebridade falando sobre patriotismo ou reinvenção.
Springfield não estava descrevendo uma mudança dramática de identidade. Ele estava descrevendo um músico casado há muito tempo fazendo uma escolha legal e financeira pela pessoa que ficaria responsável por administrar as coisas se ele morresse primeiro.
Ele ainda deixou claro que ama a América
Springfield também disse que a decisão não foi apenas técnica. Ele disse à People que sua vida, família e amigos estão nos Estados Unidos e que ele ama a América.
Isso faz com que a história da cidadania pareça menos uma mudança repentina e mais um reconhecimento legal de uma vida que já foi construída aqui. Springfield nasceu na Austrália e construiu sua carreira musical lá, mas sua maior descoberta pop, fama na televisão, casamento, filhos e trabalho posterior estão intimamente ligados aos EUA.
A papelada o tornou americano por lei. Sua vida doméstica e sua carreira já o haviam transferido para lá muito antes disso.
Sua descoberta americana veio através da música e da TV
A descoberta americana de Springfield veio em 1981 com “Jessie’s Girl”, o hit que continua sendo sua canção característica. Naquele mesmo ano, ele se tornou conhecido pelo público diurno da televisão como Dr. Noah Drake em Hospital Geral.
A combinação deu-lhe dois tipos de fama ao mesmo tempo. Alguns fãs o descobriram através de rádios de rock. Outros o conheciam da televisão diurna. Com o tempo, “Jessie’s Girl” continuou encontrando novos públicos por meio de filmes, televisão, rádio, playlists nostálgicas e shows ao vivo.
A carreira de Springfield nunca ficou em apenas uma pista. Ele mudou entre música, turnês, atuação, escrita e, posteriormente, aparições nas telas, o que ajuda a explicar por que sua vida americana se tornou mais do que uma parada de turnê ou uma base temporária de carreira.
Seu longo casamento dá à história seu coração
Springfield se casou com Barbara Porter em 1984, e o casamento deles continua sendo uma constante em sua vida privada.
Essa história é importante porque a sua explicação sobre a cidadania aponta mais para a responsabilidade do que para a imagem. Quando as celebridades falam em se tornarem cidadãos, a história pode facilmente tornar-se simbólica. A resposta de Springfield foi mais fundamentada. Ele estava pensando no que aconteceria com sua esposa se ele morresse primeiro.
É isso que faz a piada do dever do júri funcionar. A verdadeira resposta não era querer uma manchete. Tratava-se de proteger a pessoa que construiu uma vida com ele.
Os comentários chegam enquanto ele volta para a estrada
Crédito da imagem: Randy Miramontez/Shutterstock.
A nova entrevista de Springfield também ocorre enquanto ele se prepara para se juntar a um amigo de longa data Sammy Hagar para várias datas de junho na turnê Best of All Worlds de Hagar.
Pessoas relataram que Springfield se juntará a Hagar em oito shows em junho. Os dois músicos se conhecem há mais de 50 anos, e sua conexão remonta à gravação de “I’ve Done Everything for You”, de Springfield, uma canção escrita por Hagar.
O tour fornece à entrevista um contexto útil de carreira. Springfield não está apenas olhando para trás, para a cidadania, a família e os sucessos antigos. Ele ainda está trabalhando, ainda em turnê e ainda tratando as apresentações ao vivo como uma conexão com os fãs que carregam suas músicas há décadas.
Springfield ainda vê a música ao vivo como uma máquina do tempo
Um dos comentários mais fortes de Springfield na entrevista à People veio quando ele falou sobre interpretar “Jessie’s Girl” depois de tantos anos. Ele disse que a música agora tem menos a ver com tocá-la para si mesmo e mais com a reação do público.
Isso ajuda a explicar por que sua carreira durou. Músicas como “Jessie’s Girl” não são mais apenas discos do início dos anos 1980. Para muitos fãs, eles estão ligados à juventude, às memórias do rádio, aos relacionamentos, aos shows e a momentos específicos de suas próprias vidas.
Springfield entende essa parte da troca. Seu trabalho no palco não é apenas repetir um hit. É dar ao público um caminho de volta ao sentimento que veio ouvir.
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