Durante muito tempo, a Nike foi vista apenas como uma marca de tênis, nascida nas pistas de corrida e forjada no atletismo. Mas aos poucos, ela foi ganhando espaço no mundo do futebol. Primeiro com chuteiras. Depois com patrocínios. Em pouco mais de duas décadas, a marca deixou de ser coadjuvante e passou a disputar protagonismo com gigantes do setor.
Nos anos 90, a Nike se infiltrou no futebol brasileiro, patrocinando Ronaldo Fenômeno, Romário e a Seleção. No começo dos anos 2000, já vestia clubes como o PSG, o Arsenal, a Inter de Milão e até a Seleção Inglesa. Era uma escalada rápida, agressiva — e muito bem calculada.
Mas foi só em 2009 que a Nike resolveu dar um passo que ninguém esperava: criar seu próprio time. E não um time de estrelas ou celebridades. Mas sim um time formado por jovens sem contrato, sem empresário, sem clube, sem chance. Um projeto que desafiava tudo o que o futebol europeu acreditava.
No vídeo de hoje, o Gol de Canela volta um pouquinho no tempo para relembrar a curiosa história desse projeto abandonado da Nike.
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