
A missa fúnebre da duquesa de Kent, prima por casamento da rainha Isabel II, tinha acabado de terminar no dia 16 de setembro na Catedral de Westminster – não deve ser confundida com a vizinha Abadia de Westminster. Um por um, membros da família real britânica deixaram o edifício neobizantino, semicerrando os olhos sob a luz do sol. O rei Carlos III, sua irmã Anne, seu filho mais velho William, a esposa de William, Catherine… Com exceção da rainha Camilla, que estava doente, e do príncipe Harry, filho mais novo de Charles exilado na Califórnia, a família Windsor esteve presente por completo.
Até Andrew, irmão mais novo de Charles, fez a viagem, acompanhado de sua ex-esposa Sarah Ferguson. No entanto, durante anos, o homem ligeiramente acima do peso e com um olhar penetrante, agora com 65 anos, foi excluído da realeza interina devido à sua proximidade anterior com o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein.
Naquele dia, porém, vestido com fraque e gravata preta obrigatória, o ex-playboy, que ainda não havia aceitado o rebaixamento, conseguiu se aproximar de William na escadaria da catedral e tentou puxar conversa. Seu sobrinho o ignorou intencionalmente. Ele não se envolveria com um tio cuja presença se tornara tóxica.
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