Se David Lynch tendo nascido 20 anos depois e fetichizado a tecnologia de computação doméstica dos anos 1980, este é o tipo de filme que ele poderia ter feito: surrealismo analógico em preto e branco, com manchas de terror matricial. O diretor Albert Birney estrela como “Computer Conor”, um recluso que ganha a vida digitando virtuosamente reproduções Ascii das fotos favoritas das pessoas e, em seu tempo livre, assistindo vários VHSs simultaneamente em sua pilha de três televisores.
Lá fora está Maria (Callie Hernández), uma entregadora de supermercado invisível e as contorções perturbadoras do biológico…
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