- Ariana Grande processou hackers não identificados durante uma campanha cibernética de anos.
- Hackers roubaram e vazaram 45 músicas inéditas em 2023.
- Conteúdo roubado foi vendido online; Grande busca responsabilidade.
Ariana Grande iniciou processos judiciais contra hackers não identificados que ela afirma ter orquestrado uma campanha cibernética de anos visando pessoas dentro de seu círculo profissional. De acordo com o processo, os supostos ataques resultaram no roubo de músicas inéditas, fotografias privadas, filmagens de sessões de gravação e outros materiais confidenciais antes de serem vendidos online. A cantora busca agora identificar os responsáveis e responsabilizá-los na Justiça.
Processo tem como alvo hackers não identificados
A ação foi aberta na segunda-feira no Tribunal Superior do País de Los Angeles e nomeia John Doe 1 e John Does 2 a 100 como réus. Grande alega que indivíduos desconhecidos realizaram uma operação coordenada de hacking, comprometendo contas digitais e dispositivos de fotógrafos, produtores e outros colaboradores de confiança que tiveram acesso a conteúdo não divulgado.
A denúncia acusa os réus de invasão de privacidade, violação da Lei Abrangente de Acesso e Fraude a Dados da Califórnia e conversão. Como as identidades dos envolvidos permanecem desconhecidas, espera-se que Grande busque aprovação judicial para emitir intimações a provedores de serviços de Internet e plataformas online, em um esforço para rastrear os supostos hackers por meio de seus registros digitais.
A reclamação diz que dezenas de músicas vazaram em 2023
O processo legal afirma que a suposta atividade cibernética se intensificou ao longo do tempo. Afirma que 45 músicas inéditas de Ariana Grande foram roubadas e vazadas online somente durante 2023.
“Só em 2023, 45 músicas inéditas pertencentes à Sra. Grande foram hackeadas, roubadas e vazadas pelos Réus”, alega a denúncia. “Desde sua estreia musical em 2011, centenas de vazamentos semelhantes ocorreram.”
Entre as músicas que surgiram online estão Fantasize, White Tee e muito mais.
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Material roubado supostamente vendido online
A equipe jurídica de Grande alega que os hackers não se limitaram a obter os arquivos. A denúncia afirma que o material roubado, incluindo masters inéditas, gravações demo, recursos de videoclipes, filmagens de sessões de gravação, fotografias de bastidores e cenas de álbuns, foi vendido em lotes por meio de serviços de pagamento de terceiros.
O processo alega ainda que os indivíduos que compraram o conteúdo continuaram a distribuí-lo em várias plataformas online.
Grande busca identificar os responsáveis
Embora os réus permaneçam não identificados, a ação judicial do cantor deixa claro que o objetivo da ação é descobrir suas identidades e buscar a responsabilização.
Grande está processando o anônimo John Does para “descobrir as identidades desses indivíduos atualmente desconhecidos e sem escrúpulos, a fim de responsabilizá-los por sua conduta invasiva e repreensível”.
A ação afirma ainda que “é imperativo para a Sra. Grande garantir, em seu nome e de outros, que tal conduta seja dissuadida em toda a extensão possível”.
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