O Comité das Mulheres e da Igualdade (WEC) do Parlamento do Reino Unido é a entidade por trás do inquérito ‘Misoginia na Música’, cujo relatório inicial cobrimos em janeiro de 2024antes um acompanhamento em junho de 2025.
A última atualização é um par de cartas enviadas aos ministros pela presidente do comitê, Sarah Owen MP, com foco em “proteções legislativas mais fortes para combater a misoginia e o silenciamento das vítimas na indústria musical e no setor criativo em geral”.
Uma carta, à secretária de cultura, mídia e esportes do Reino Unido, Lisa Nandy MPconcentra-se na Ciisa, o órgão de vigilância criado para combater a discriminação e o abuso nas indústrias criativas. Owen expressou frustração com a “falta de financiamento sustentável” em comparação com autoridades de normalização semelhantes em outras indústrias.
A segunda carta, ao secretário de negócios e comércio Peter Kyle MPconcentra-se na legislação que proíbe o uso indevido de acordos de confidencialidade (NDAs) em casos de discriminação, assédio e abuso.
A preocupação aqui é que as alterações legislativas planeadas possam não abranger os freelancers, que se estima representarem três quartos dos trabalhadores da indústria musical no Reino Unido.
“Seria simplesmente injustificável oferecer estas proteções a alguns trabalhadores, mas não a todos – especialmente em indústrias construídas nas costas de freelancers”, escreveu Owen.
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