Nos bastidores do Auditório Mellon, a equipe de mídia de Trump capturou uma troca de TikTok calibrada para viralidade: Trump coroou Minaj a “Rainha do Rap”, e ela retribuiu o elogio, chamando-o de seu presidente favorito. “Provavelmente sou a fã número 1 do presidente”, disse ela ao público, “e isso não vai mudar”.
Desde então, Minaj só se tornou um impulsionador maior. Ela defendeu uma legislação, conhecida como SAFE Act, para impor requisitos nacionais para que os americanos apresentem identidade para votar. Em vários posts e entrevistas, Minaj encorajou seus seguidores online a pressionar seus representantes no Congresso a votarem a favor. As autoridades responsáveis pela aplicação da lei não encontraram provas de fraude eleitoral generalizada, mas Minaj, tal como Trump, argumenta que as eleições foram fraudadas por forças sinistras. “Votam pessoas que não deveriam votar”, diz ela, sem dar detalhes. Na nossa conversa, ela fala com confiança instintiva nas falsas afirmações de Trump sobre as eleições de 2020. “Obviamente, eu não sei, mas sei que se ele vier e disser isso, ele fez a devida diligência e sei que ele não está apenas inventando”, diz ela.
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