Não confunda “A Múmia de Lee Cronin” com um filme estrelado por Brendan Fraser.
Embora haja outro filme sendo lançado nessa franquia estrelado por Fraser, não é esse.
Nem é uma reinicialização de “A Múmia”, de 1932, o clássico filme de terror estrelado por Boris Karloff que faz parte da franquia de monstros do Universal Studios.
Lee Cronin também dirigiu “Evil Dead Rise”, um filme muito melhor. Pode ser que o nome de Cronin seja adicionado ao título para evitar que espectadores em potencial pensem que ele tem algo a ver com outros filmes recentes de múmias.
Este é, acima de tudo, um filme nojento que inclui uma cena de unha totalmente nojenta, rios de sangue a cada passo e uma cena horrível envolvendo um corpo exsudando formaldeído. Dizer que não é para quem se perturba facilmente é um eufemismo.
Este filme se assemelha mais a uma versão sem brilho de “O Exorcista” do que qualquer outra coisa.
O início do filme me deixou perplexo, com algo sobre um pássaro morto e um sarcófago. A história então passa para Katie, (Natalie Grace), filha de um jornalista (Jack Reynor, “Midsommar”) que mora no Cairo.
Katie é sequestrada pela misteriosa mãe de sua amiga. Num momento, a menina está brincando no jardim, e no próximo ela desaparece, com seu pai em pânico correndo pelas ruas chamando o nome de seu filho enquanto uma tempestade de areia força os vendedores e todos os outros na área a entrarem em casa.
A história avança oito anos com a casa da família no Novo México, onde eles recebem uma ligação: sua filha desaparecida, Katie, foi encontrada e ela ainda está viva… bem, mais ou menos. Katie não é mais a garotinha deles. Com o rosto contorcido e os membros envoltos em bandagens, ela é propensa a explosões bizarras e não consegue ou não quer falar com sua família.
O segredo do que aconteceu com Katie e o que motivou seu sequestro não fica claro até que vejamos inúmeras sequências terríveis.
Este é um dos filmes mais longos que vi até agora este ano. Desgasta-se muito rapidamente: Gore não significa envolvimento. Demora duas horas para chegar ao final, o que é ridículo.
Estou ansioso para ser envolvido na próxima sequência de Fraser assim que puder.
1 estrela
Duração: duas horas e 14 minutos.
Classificação: R Para sangue excessivo, violência e linguagem chula.
Nos cinemas.
Assista ao trailer aqui.
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