“A empregada doméstica”, um thriller doméstico de apertar o parafuso, nada mais (ou menos) do que uma peça extravagantemente divertida e eficaz de polpa pós-feminista. Dirigido por Paulo Feiga partir de um script (por Rebecca Sonnenshine) baseado em Freida McFaddenNo romance extremamente popular de 2022, o filme vai além dos limites, mas o faz de uma forma extraordinariamente inteligente e consciente. E como um sinal de como os filmes estão mudando agora, aproximando-se cada vez mais da fantasia em detrimento da realidade (mesmo quando se apresentam como ocorrendo no “mundo real”), “A empregada doméstica”quase parece que poderia ser um marco.
Algumas décadas atrás, um filme como este seria sobre uma empregada aparentemente inocente que é contratada por uma princesa mimada, esposa e mãe. A empregada, naquele filme, começava bem, depois começava a brincar com as situações de uma forma sinistra, apenas para…
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