A cantora Daúde, com mais de três décadas de carreira aqui e no exterior, se refere a Lia de Itamaracá como uma “realeza” da ciranda, manifestação cultural do Nordeste da qual é uma das principais representantes. “Enxergo na Lia meus antepassados”, afirma Daúde em entrevista a CartaCapital. O contato de Daúde com a cirandeira tem mais de dez anos, com participações de uma nos shows da outra, mas a cantora diz que as duas precisavam ir além do encontro no palco. “Já não estava mais comportando só participações em um shows. E, por outro lado, tínhamos uma conexão muito forte, além da aceitação do público”, ressalta.
Foi daí que surgiu a ideia de fazer um disco juntas: “Pelos Olhos do Mar”, que sai agora pelo Selo Sesc. O repertório do disco, reunindo tradição e modernidade, contém composições de nomes como Emicida, Selma do Coco, Agnaldo Timóteo, Chico César, Russo Passapusso, Cátia de França, Otto, Karina Buhr, entre outros. “A cultura popular é uma fonte onde bebi muito e ainda bebo”, resume.
Seja membro do Clube do Canal de CartaCapital e tenha acesso a benefícios exclusivos:
https://bit.ly/ClubeDoCanal
Assine e apoie CartaCapital: https://bit.ly/CartaYoutube
Inscreva-se no canal de CartaCapital no YouTube:
https://www.youtube.com/cartacapital?sub_confirmation=1
Siga CartaCapital nas redes sociais:
– Facebook: http://www.facebook.com/CartaCapital
– Twitter: http://www.twitter.com/cartacapital
– Instagram: http://www.instagram.com/cartacapital
Video Source















