Dias depois dos ataques terroristas do Hamas, em 7 de Outubro – quando a guerra eclodiu em Gaza e a crise humanitária se aprofundou – cartazes apareceram por toda Nova Iorque. Rostos de 251 pessoas sequestradas em Israel. Hindus, Budistas, Cristãos, Muçulmanos, Judeus. Filhos e avós. Tudo levado. No topo, uma palavra em vermelho: Seqüestrado.
E então eles começaram a ser demolidos. Vídeos inundaram as redes sociais. Seguiram-se confrontos nas ruas. Acusações. Demissões. Alunos confusos. Políticos pesando. Tudo em um pedaço de papel. Mas não se tratava realmente de cartazes. Era uma questão de identidade. Pesar. Ideologia. Quem consegue ser visto. Essa é a história que Torn conta. E como produtor executivo posso afirmar com certeza: este não é um filme sobre o Médio Oriente. É sobre a América — e como as ondas de choque emocionais de uma guerra distante romperam a vida numa das mais diversas cidades do mundo.
Rasgado é sobre uma cidade…
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