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O príncipe Harry recorreu, nesta terça-feira (8), ao Tribunal de Apelação de Londres para tentar revogar uma decisão que considera “injustificada” e que o privou de proteção policial em suas visitas ao Reino Unido, uma das ações legais movidas pelo filho caçula do rei Charles III.
Este caso, analisado ao longo de dois dias, coloca o duque de Sussex contra o Ministério do Interior britânico, que já obteve decisão favorável duas vezes sobre o tema.
A decisão da corte de apelação será emitida por escrito em data não especificada.
Harry chegou ao tribunal sorridente pouco antes das 10h GMT (7h em Brasília) no primeiro dia desta audiência parcialmente a portas fechadas para proteger informações de segurança “altamente confidenciais”.
O príncipe de 40 anos cumprimentou os jornalistas que o aguardavam. Sentou-se atrás de seus advogados em um tribunal lotado e fez anotações usando o caderno e a caneta que levou consigo.
Harry e sua esposa, Meghan, que se mudaram para os Estados Unidos após se desligarem da família real em 2020, perderam a proteção policial de rotina às custas do contribuinte britânico, já que o Ministério do Interior optou por uma proteção caso a caso.
O Tribunal Superior de Londres apoiou o Ministério do Interior em fevereiro de 2024, concluindo que a decisão não constituiu “injustiça” e que a estratégia policial era “legalmente sólida”.
Nesta terça-feira, primeiro dia de audiências, a advogada do príncipe, Shaheed Fatima, afirmou que não defende “que ele deva receber o mesmo nível de proteção que recebia quando era membro ativo da família real, mas sim estar sujeito ao mesmo processo que qualquer outra pessoa considerada digna de proteção”, acrescentou.
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