Um contratorpedeiro da Marinha Real Britânica dirige-se para o Médio Oriente, onde está em curso um bloqueio dos EUA ao Estreito de Ormuz – como parte de uma missão multinacional que poderá finalmente desbloquear a navegação comercial nesta via navegável crítica.
O HMS Dragon está a juntar-se a uma missão de “liberdade de navegação”, num movimento que assinala uma importante mudança internacional no sentido de acabar com o reduto iraniano do estreito. O presidente Trump há muito exige outras Aliados dos EUAincluindo aqueles que dependem do petróleo do Golfo Pérsico, partilham o fardo da obtendo tráfego comercial através do estreito.
O Irão fechou efectivamente a via navegável vital durante a guerra e os EUA, em resposta, impuseram um bloqueio que permanece em vigor.
O Ministério da Defesa da Grã-Bretanha anunciou no sábado que o Dragon está sendo implantado no Mediterrâneo oriental, onde protegia bases militares do Reino Unido de ataques de drones iranianos, o Times de Londres relatou.
O presidente francês, Emmanuel Macron, publicou na sexta-feira sobre uma missão multilateral entre a França e o Reino Unido que “pode ajudar a restaurar a confiança entre armadores e seguradoras” e foi “distinta das partes no conflito”.
Ele apelou a todas as partes para acabarem com os bloqueios do estreito “imediatamente e sem condições”.
Trump, em Março, disse aos jornalistas: “Exijo que estes países entrem e protejam o seu próprio território porque é o seu território. É o lugar de onde eles obtêm a sua energia”.
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