“Descobri um ponto em comum nas diretoras: elas não fazem isso, o que é excessivamente direto”, observou a vencedora do Oscar. “Houve momentos em que trabalhei com diretores homens em que havia essa necessidade de sentir constantemente que eles estavam dirigindo o filme. E nem sequer estava conseguindo fazer nada. É simplesmente irritante. Quando penso em autor, minha mente meio que se volta para o controle e… que palavra é essa? Neurótico!”
“E Lynne era o oposto”, continuou Lawrence.
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