“Este é o tipo de mulher que, se você morasse ao lado dela, você se mudaria”, disse Kimmel. “Você nem iria discutir com ela. Você simplesmente se mudaria e nunca mais voltaria para o quarteirão.”
Kimmel observou que Bondi parecia especialmente performático, dados os relatos de que o presidente Donald Trump estava reclamando para seus assessores sobre ela. Ela respondeu às perguntas atacando os legisladores e elogiando Trump, que afirmou ser o “presidente mais transparente” da história dos EUA.
A audiência de Kimmel zombou da afirmação do procurador-geral.
“Isso mesmo”, Kimmel concordou zombeteiramente, depois fez uma referência não tão sutil às redações nos arquivos de Epstein, supervisionadas por Bondi: “Ele é tão transparente que você teve que ocultar o nome dele umas mil vezes”.
O DOJ deveria redigir apenas os nomes das vítimas dos arquivos, mas os legisladores que viram a versão sem censura disseram os nomes principais: incluindo o de Trump – também foram apagados. Mas Bondi não abordou as redações durante suas trocas combativas com os legisladores.
Isso inspirou Kimmel a fazer uma pergunta importante a Bondi.
“Este Departamento de Justiça está escondendo nomes de pessoas que não são vítimas. Por que estão fazendo isso?” Kimmel perguntou. “Se eles não têm nada a esconder, por que estão escondendo nomes? É isso. Essa é a única pergunta que alguém precisa fazer.”
Veja mais em seu monólogo de quarta à noite:
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