O palácio sublinha que Marius Borg Høiby não faz parte da família real e que não é uma figura pública. Mas ele é considerado um membro próximo da família, por seu padrasto, o príncipe herdeiro, que o vê como um filho, e pelo muito querido rei da Noruega, Harald V, de 88 anos, que ele conheceu durante grande parte de sua vida como seu avô.
“É um momento muito perigoso, porque a família real deveria ser um modelo”, diz Ulf Andre Andersen, que contou a história para a revista Se og Hør, focada em celebridades. [See and Hear] no início de agosto de 2024, quando a polícia foi chamada ao apartamento de uma mulher em Frogner, na zona oeste de Oslo, após relatos de um incidente violento.
Marius Borg Høiby admitiu alguns dos crimes menores e, após a sua prisão, admitiu abuso físico e destruição de objetos. A acusação alega que ele derrubou um lustre, jogou uma faca na parede e quebrou um espelho, chamando a mulher de palavras como prostituta.
As quatro acusações de estupro datam de 2018, na residência oficial de seus pais, a propriedade Skaugum, nos arredores de Oslo, até novembro de 2024, após sua prisão inicial. Um dos quatro, que remonta a 2023, envolve relações sexuais enquanto a mulher dormia. Os outros três também envolvem agressão sexual enquanto as mulheres estavam incapacitadas, o que também é considerado violação na Noruega.
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