Ele falava para 250 convidados reunidos no prédio histórico, que não possui ar-condicionado.
Grandes ventiladores estavam espalhados pelos quartos e as cortinas estavam fechadas para tentar manter o calor do lado de fora.
Sir Tony, responsável pelo funcionamento doméstico das residências reais e dos funcionários, só produziu o ventilador elétrico de mão para o rei no meio da recepção.
Durante a sua estadia no evento, Sua Majestade viu as exibições que realçavam o impacto dos superpoluentes e ouviu falar das ações que estão a ser tomadas para combatê-los por organizações que vão desde a Clean Air Task Force e o Clean Air Fund até ao Wellcome Trust.
Noutros lugares, Mia Mottley, a primeira-ministra de Barbados, e António Guterres, o secretário-geral da ONU, fizeram discursos antes da chegada do rei.
No seu discurso, Mottley elogiou a defesa da questão ao longo da vida do monarca, dizendo que ele “sempre esteve à frente do seu tempo” e alertou que “ainda não somos capazes de nos mudar para Marte”.
Agenda lotada
O Reino Unido tornou-se copresidente da Coalizão Clima e Ar Limpo ao lado do Brasil em março de 2024, uma parceria de mais de 200 governos, ONGs e organizações internacionais focada na redução de superpoluentes, incluindo metano, carbono negro, óxido nitroso e ozônio troposférico.
Foi o terceiro compromisso do dia do rei, depois que ele também se juntou ao time de críquete feminino de refugiados afegãos em Clarence House e surpreendeu um estudante famoso com faixa preta de jiu-jitsu durante uma visita a uma escola de artes marciais.
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