Lembra da menina que Angelina Jolie adotou há 17 anos? Aqui está a história de vida dela
Ela era apenas um bebê quando Angelina Jolie a adotou. Agora, 18 anos depois, você não vai acreditar em quem ela se tornou. De orfanatos a tapetes vermelhos, a transformação dessa jovem é simplesmente de cair o queixo. Criada sob os holofotes por uma das estrelas mais icônicas de Hollywood, sua trajetória tomou rumos inesperados — e os fãs estão em choque com sua última revelação. Então, onde ela está agora? E como ela realmente é por trás das câmeras?
Salva por [Música] Jolie. Ela tinha apenas 7 meses de idade. Seu corpinho, enfraquecido pela fome, lutava para sobreviver em um orfanato superlotado na Etiópia. Em um dos países mais pobres do mundo, com mais de 4 milhões de órfãos hoje, Zahara era apenas uma entre tantas crianças abandonadas ao destino. Muitas como ela dormem nas ruas, privadas de comida, água potável e educação. Para a maioria, sobreviver é o único sonho — e até esse, muitas vezes escapa. Quem sobrevive cresce colhendo cana ou fazendo trabalhos exaustivos, ganhando apenas o suficiente para mal conseguir se alimentar. O futuro? Uma estrada dura, estreita e quase sem promessas.
Na época, a estrela de Hollywood Angelina Jolie namorava Brad Pitt, embora ainda não tivessem filhos biológicos. Jolie já era mãe de Maddox, um menino de três anos adotado do Camboja, e era amplamente conhecida por seu trabalho humanitário. Ela viajava para regiões devastadas por guerras e pobreza, defendendo os direitos das crianças e oferecendo ajuda no local. Durante uma dessas missões na Etiópia, Jolie visitou um orfanato — e foi lá que encontrou Zahara. A menina estava gravemente desnutrida. Jolie não conseguiu desviar o olhar. Os grandes olhos expressivos de Zahara e seu estado frágil cortaram o ruído do mundo ao redor. O momento foi instantâneo, emocional, humano e inegável. Jolie sabia que precisava agir. Iniciou o processo de adoção da criança de seis meses, sem saber que a história por trás do abandono de Zahara era igualmente devastadora.
Naquele momento, todos acreditavam que Zahara era órfã completa. Os relatos diziam que sua mãe havia morrido pouco após o parto. Algumas fontes diziam que foi por hemorragia pós-parto, outras alegavam AIDS. O pai era desconhecido. A única parente viva era sua avó materna, Alma Bluen, uma mulher de 45 anos que criava três filhas na escaldante cidade de Awasa. A casa era uma cabana de um cômodo, caindo aos pedaços. Sem eletricidade, sem telefone, nem mesmo um telhado decente. As paredes estavam rachadas. Do lado de fora, um único fogareiro era usado para cozinhar. Não havia conforto algum — só a sobrevivência. Alma criou Zahara pelos primeiros 4 meses de vida. Mas, vivendo com apenas 9 dólares por mês, percebeu que não conseguiria manter a bebê viva. Desesperada e sem alternativas, tomou a dolorosa decisão de deixá-la no orfanato, esperando que pelo menos Zahara tivesse comida e abrigo. Quando Alma soube que uma atriz americana famosa adotaria Zahara, ela não se opôs. Sentiu alívio. Acreditava que essa era a melhor chance que sua neta teria. Em algumas partes do mundo, o gesto mais amoroso que um pai ou avô pode fazer é deixar ir. Zahara foi uma das sortudas. Se tivesse permanecido na Etiópia, provavelmente nunca teria ido à escola, aprendido a ler ou escrever. Teria crescido em uma cabana, trabalhando em subempregos por 1 dólar ao dia.
Do escândalo à força. O destino de Zahara não apenas mudou — ele foi completamente reescrito. Após a adoção, ela foi levada aos Estados Unidos por ninguém menos que Angelina Jolie e Brad Pitt. De repente, aquela bebê etíope frágil acordava em uma mansão luxuosa, cercada de arte, livros e uma família que verdadeiramente a amava. Mas, embora as manchetes pintassem um conto de fadas, a realidade de Zahara era bem mais complexa. Brad Pitt tornou-se legalmente seu pai adotivo, e com isso, ela passou a se chamar Zahara Jolie Pitt.
Seus novos pais a amavam genuína e profundamente, mas o amor não podia protegê-la do lado sombrio da fama. Desde o primeiro dia, os paparazzi foram implacáveis, acampando do lado de fora dos portões, perseguindo Jolie e a menina com lentes maiores do que roteiros de cinema. E então veio a reviravolta mais feia: uma história inventada alegando que a família Jolie Pitt planejava devolver Zahara para a Etiópia. Os tablóides se alimentaram da pobreza da família biológica dela, distorcendo a narrativa até transformá-la em algo cruel e falso.
Jornalistas descobriram uma verdade que ninguém esperava: a mãe biológica de Zahara estava viva. O nome dela: Menawab Dawit.
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