“Eles agora chamam isso de ‘Doutrina Donroe’”, disse o presidente Trump aos repórteres depois que comandos americanos capturaram o presidente Nicolás Maduro, da Venezuela, este mês.
Ele parecia satisfeito com o facto de a sua estratégia de política externa poder ser destilada numa frase engraçada de duas palavras, inspirada na Doutrina Monroe do século XIX, centrada no Hemisfério Ocidental.
E a quem agradecer por essa frase? O celebridade.land, uma parte influente do império de mídia de Rupert Murdoch, que cunhou a mala em uma primeira página título.
A Fox pode ser quem ganha dinheiro, mas o Post há muito é entendido como a identidade de Murdoch. O tablóide, fundado por Alexander Hamilton há mais de 220 anos, cobre obsessivamente questões como crime e imigração, além de fofocas sobre celebridades. Mais recentemente, foi adicionada a cultura de cancelamento à lista.
Por outras palavras, as preocupações do jornal também se parecem muito com as de Trump, com um republicanismo que desconfia dos centros urbanos e vê um alcance exagerado na esquerda política.
O Post, que já foi um jornal estritamente regional, encontrou audiência em todo o país. Tem 100 milhões de visitantes únicos mensais no seu site e é o terceiro jornal mais lido na América em circulação impressa, tendo ultrapassado o em apuros Washington Post em 2023, de acordo com dados da Alliance for Audited Media.
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