O livro de memórias de Giuffre relembra o momento em que ela foi apresentada ao duque pela socialite britânica Ghislaine Maxwell em sua casa em Mayfair, sentindo-se “como a Cinderela” prestes a conhecer um “belo príncipe”.
Ela continua descrevendo como Epstein tirou uma fotografia dela com o duque e Maxwell em sua câmera Kodak antes de irem para a boate Tramp, onde, segundo ela, o duque provou ser um “dançarino desajeitado” e “suava profusamente”.
O duque alegou que a fotografia foi adulterada e apresentou a descrição de sua transpiração excessiva como prova de que ela estava mentindo porque ele sofria de uma “condição médica peculiar” que significava que ele não suava.
Mais tarde, o livro de memórias afirma: “No caminho de volta, Maxwell me disse: ‘Quando chegarmos em casa, você deve fazer por ele o que faz por Jeffrey’. Despimo-nos e entramos na banheira, mas não ficamos lá muito tempo porque o príncipe estava ansioso para ir para a cama. Ele estava particularmente atento aos meus pés, acariciando meus dedos dos pés e lambendo meus arcos.”
Seu segundo encontro com o duque foi na mansão de Epstein em Manhattan, onde Maxwell o presenteou com um boneco dele mesmo, Spitting Image, que ele teria usado para tocá-la e a outra mulher, Johanna Sjobergde forma inadequada.
O livro afirma: “O simbolismo era impossível de ignorar. Johanna e eu éramos fantoches de Maxwell e Epstein, e eles puxavam os cordelinhos.”
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