O americano médio pode se dar ao luxo de se divertir? Manchetes recentes sugerem que a resposta é “não”.
As experiências culturais estão a tornar-se cada vez mais algo que apenas as elites podem pagar, transformando tanto as experiências comunitárias como o enriquecimento pessoal em privilégios e não em expectativas. Numa época de profundo conflito político, desigualdade económica e fragmentação dos meios de comunicação social, desfrutar de desporto, música, teatro e cinema ao vivo continua a ser uma das poucas experiências partilhadas que unem as pessoas. Mas o custo do acesso está ficando absurdo.
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