Em 1994, quando o reientão Príncipe de Gales, foi baleado enquanto estava no palco na Austrália, sua reação foi discreta, para dizer o mínimo.
Ele reajustou as abotoaduras, piscou algumas vezes e observou, um pouco perturbado, enquanto seu suposto assassino era jogado no chão por seguranças assustados.
Portanto, é seguro dizer que o Rei não estará indevidamente preocupado com as notícias provenientes dos EUA, onde aterrará na segunda-feira, na sequência da tentativa de assassinato de seu 47º presidente.
Donald Trump foi retirado da sala no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, no sábado à noite, num ataque que deixou um agente de segurança ferido e a imprensa – vestida de gravata preta como convidados – abrigou-se debaixo das mesas depois de terem sido instruídas a “descer”.
A segurança para a visita de Estado, que já é invulgarmente elevada em comparação com outros países, estará na sua capacidade máxima absoluta.
As oportunidades para passeios são limitadas em comparação com as visitas reais na Grã-Bretanha, embora o Palácio tenha insistido em momentos para o Rei e a Rainha se encontrarem com o público, como sempre fazem nas viagens ao exterior.
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