Tamera: Posso falar pela Hallmark. Quando comecei na Hallmark – já se passaram sete anos – lembro-me de não ter visto mulheres como eu naquela rede, e tive que dar isso para Michelle Vicary, que está lá agora, ela me deu minha chance. Ela disse: “ouça, queremos que você conte suas histórias. Vou lhe dar três filmes para produzir”. E eu fiquei tipo, Oh meu Deus, a pressão! Mas também, como a Tia estava dizendo, me senti muito honrado. Eu fiz um filme chamado Namoradaum elenco totalmente negro na marca e, literalmente, os produtores voltaram e disseram: “tivemos o maior público negro que já tivemos no Hallmark, obrigado”. Isso foi lindo e incrível. E estou feliz por ainda estar lá. Ainda posso contar todos os tipos de histórias sobre como são as famílias negras. Somos birraciais, posso contar essas histórias. E para ser sincero, a resposta da nova pessoa, do pioneiro que entrou ali, contando essas histórias, nem sempre foi positiva.
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