Agora tudo é TV e a competição está esquentando. Instagram negócio com a Samsung colocará os vídeos do aplicativo de mídia social em mais telas, desafiando tanto o YouTube pela lealdade dos criadores quanto o Netflix, que está migrando para conteúdo influenciador. Todos os três continuam a desviar os olhos da TV a cabo.
O Instagram agora tem a distribuição, por meio das cerca de 68 milhões de smart TVs da Samsung nos EUA, e o conteúdo, cortesia de influenciadores e criadores, para competir pela tela central. Seu desafio é tornar o Instagram uma plataforma primária para criadores, e não apenas uma forma de direcionar os fãs para suas páginas no YouTube, onde o pagamento por personalidades como MrBeast é mais alto. Também está se preparando para apresentar vídeos mais longos no Instagram.
“Estamos atrasados para o jogo”, disse o chefe do Instagram, Adam Mosseri, no ano passado, no programa da Semafor. “Passamos muito tempo na TV, onde alguns de nossos concorrentes estão aparecendo com força”.
A questão é se a Meta criará seu próprio conteúdo, pois tentei fazer há vários anos quando financiou a produção de alta qualidade para programas como o de Jada Pinkett Smith, ou simplesmente monetizar o que esses influenciadores já estão postando e dividir o dinheiro. Um porta-voz da Meta disse à Semafor “ainda não” quando questionado sobre um esforço renovado na programação original.
De qualquer forma, o impulso do Instagram para telas maiores (principalmente horizontais) sinaliza uma mudança. Durante anos, foi a Netflix quem deu azia às empresas de TV a cabo. Agora, os podcasts estão em nossas TVs, empresas de cabo estão tentando comprá-lose televisão no YouTube para uma geração mais jovem.
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