A votação final será aberta em breve, e com ela vem o rito de passagem anual do Oscar: cumprir seu dever cívico pelo cinema, fazer escolhas artísticas difíceis e tentar desesperadamente lembrar quem ganhou no ano passado.
Agora, a Academia introduziu atualizações reais destinadas a tornar a votação mais limpa, justa e menos confusa. A mudança no título é simples: os membros são agora formalmente obrigados a demonstrar que assistiram a um filme antes de votarem nele naquela categoria. Essa sempre foi a expectativa. A novidade é a tecnologia que a aplica, além de alguns ajustes nas cédulas que mudarão a sensação de votar na prática.
Apenas 50 filmes são reconhecidos em todas as categorias, igualando o ano passado e marcando o total mais baixo desde 2008. Foi um ano profundamente pesado. Ainda não se sabe se isso reflete a diminuição dos hábitos de visualização, uma paisagem supersaturada ou simplesmente uma colheita invulgarmente dominante de concorrentes. Assistir a 50 filmes é, e sempre deve ser,…
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