Este ano, os organizadores do Dia Internacional da Mulher apelam aos canadianos para que #GivetoGain – uma campanha nas redes sociais que nos pede: “Imagine um mundo com igualdade de género. Um mundo livre de preconceitos, estereótipos e discriminação. Um mundo que seja diverso, equitativo e inclusivo. Um mundo onde a diferença seja valorizada e celebrada.”
Ao longo dos anos, as capas da revista Zoomer têm orgulhosamente apresentado mulheres de todo o mundo – celebridades, artistas, ativistas ou políticas que usaram a sua influência para ajudar a nivelar – e alargar – o campo de atuação para aqueles que vierem depois.
Hoje saudamos alguns desses pioneiros apresentando suas capas e suas histórias. Cada um com uma citação para lhe dar uma ideia dos tipos de obstáculos que superaram e das inovações que conquistaram em seu caminho até o topo.
– SETEMBRO DE 2025 –
“Nunca senti que a música me definisse de maneira singular. Tive muitas coisas que me trouxeram alegria. Além disso, sucesso para mim é olhar no espelho no final do dia e me sentir bem com as escolhas que fiz. Ajudei as pessoas? Fui uma boa pessoa? Fiz coisas produtivas?” —Sarah McLachlan sobre permanecer fiel aos seus valores
– FEVEREIRO/MARÇO 2025 –
“Todo mundo reclama da velhice, mas ela vem acompanhada de uma enorme liberdade. Quando você é jovem, há muita obrigação de impressionar o professor, de se tornar financeiramente independente. À medida que você envelhece, você apenas diz: ‘Tenho que fazer o que quero porque não me resta muito tempo.’” —Isabella Rossellini sobre a independência do envelhecimento.
– DEZEMBRO 2024/JANEIRO 2025 –
“Fui a um cirurgião e tirei algumas bolsas debaixo dos meus olhos. Mas o que eles não dizem, com toda essa ganância e avareza de atacar essa fonte inatingível da juventude, é que não funciona. Eu ainda tenho olhos inchados – assista O Urso.” —Jamie Lee Curtis sobre como manter isso real
– OUTUBRO/NOVEMBRO 2024 –
“Minha mãe me disse: ‘Sabe, querido, um dia você deveria se estabelecer e se casar com um homem rico.’ E eu disse: ‘Mãe, sou um homem rico.’” —Cher sobre como confrontar – e destruir completamente – os estereótipos que definiram sua época
– AGOSTO/SETEMBRO 2023 –
“Ela jogou seus longos cabelos loiros para cobrir o rosto, quase como se quisesse desaparecer e deixar a música ser quem ela era. E quando ela cantava, sua música e versos formavam uma espécie de caleidoscópio que estilhaçava minha percepção, girava e girava, depois reorientava para iluminar uma realidade que eu não ousava ver. Quanto mais ela cantava, mais sua voz se tornava minha. —Malka Marom, descrevendo seu primeiro encontro com Joni Mitchell
– AGOSTO/SETEMBRO 2022 –
“Acho que o Hall da Fama representa representação. Representa alguém que, como eu, teve que pavimentar, seguir e traçar seu próprio caminho. É uma validação” —Deborah Cox sobre ser a primeira mulher negra a entrar no Hall da Fama da Academia Canadense de Artes e Ciências de Gravação
– DEZEMBRO 2021/JANEIRO 2022 –
“[The racism has come] de ambos os lados – nunca branco o suficiente, nunca preto o suficiente. Nunca consegui uma força real no mundo da música até começar a cantar jazz, que era aparentemente um gênero mais apropriado para uma garota de pele morena. Isso ainda me irrita. Mas compor músicas me mantém sã” —Molly Johnson sobre como superar o racismo na indústria musical canadense
– AGOSTO/SETEMBRO 2021 –
“Meu pai foi um sikh que usava turbante durante toda a vida. Minha mãe usava um bindi [a coloured dot on the forehead] todos os dias de sua vida… e usava sáris. Eles eram visivelmente diferentes. Mas eles estavam muito orgulhosos de quem eram. E a vantagem disso é que me deixou confiante em ser diferente. Isso não me incomodou. A desvantagem é que fomos muito estereotipados” —Monica Deol sobre se tornar uma “mentora virtual” para canadenses do sul da Ásia como apresentadora do ‘Electric Circus’ do MuchMusic
– FEVEREIRO/MARÇO 2021 –
“Como uma artista com o privilégio dos holofotes, senti uma enorme responsabilidade de usar aquele fórum como uma força para o bem, como um lugar a partir do qual mostrar todo o espectro da nossa humanidade. Estava determinada a fazer tudo o que pudesse para alterar a narrativa sobre os negros – para mudar a forma como as mulheres negras, em particular, eram percebidas, refletindo a nossa dignidade” -Cicely Tyson (1924-2021) do seu livro de memórias, ‘Just as I Am’
– ABRIL/MAIO 2019 –
Furacão Hazel na capa da edição de maio de 2019 da Zoomer.
“Essa era a mentalidade naquela época. E isso o matou” —Hazel McCallion (1921–2023) ao vencer seu primeiro de 12 Mississauga, Ontário. eleições para prefeito em 1978, derrotando o atual Ron Searle, que disse ter ignorado seus instintos de “martelá-la” porque ela era uma mulher
– NOVEMBRO/DEZEMBRO 2019 –
“Quantas pessoas existem na história como Catarina, a Grande? Mulheres que eram complexas, que eram vulneráveis, que eram poderosas, que tiveram sucesso – inevitavelmente, como atriz, você se sentirá atraída pela ideia de interpretar alguém assim” —Helen Mirren, na época com 74 anos, ao interpretar Catarina, a Grande, de 33 anos, na minissérie da HBO, ela também foi produtora executiva
– MARÇO 2019 –
“Sempre senti de certa forma as pessoas que diziam, ah, eu era famoso por causa das minhas pernas e coisas assim, tive a sensação de que elas tinham razão. [But after that book,] Eu sabia que estava completamente qualificado e poderia me considerar uma cientista” —Jane Goodall ao escrever ‘Os Chimpanzés de Gombe: Padrões de Comportamento’, de 1986
– ABRIL/MAIO 2018 –
“Não nos parecemos em nada com os personagens do livro. Mas você sabe, para mim, pessoalmente, há muito tempo ouço o chamado, e um dos meus maiores objetivos é que quero que todos sintam que pertencem e que valem a pena ser defendidos. Essa é uma das razões pelas quais estou aqui, para cumprir essa missão” —Oprah sobre fazer parte do elenco de ‘A Wrinkle in Time’
– DEZEMBRO 2014/JANEIRO 2015 –
“Naquela época, não pensávamos tanto sobre gênero. Havia um trabalho a ser feito, e quem estava lá o fazia. Não achávamos que fosse tão incomum porque estava ali apenas para ser feito” —Betty White (1922–2022) sobre ser uma das primeiras produtoras mulheres na televisão
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