1530: Sangue, traições e camas sujas — O lado oculto das rainhas inglesas
1558: Maria, a Sanguinária, e Isabel I: A Verdade Sobre a Relação Tóxica das Filhas de Henrique VIII
Pense por um momento no que significa ser filha de Henrique VIII. Seu pai declarou sua mãe uma prostituta para se casar com outra mulher. Assinou papéis que te tornaram ilegítima. Mandou executar sua madrasta. Depois outra. Depois mais uma. Você cresceu num palácio onde o afeto era uma moeda de troca e a sobrevivência dependia de saber exatamente quando sorrir e quando se calar. Agora imagine que sua meia-irmã mais nova passou pela mesma coisa — e que, apesar disso, ou por causa disso, vocês se tornaram as inimigas mais perigosas uma da outra.
Maria tinha vinte e um anos quando Isabel nasceu. Ela era a filha da rainha legítima, Catarina de Aragão — devota, castelhana, orgulhosa. Isabel era a filha de Ana Bolena, a mulher que destruiu a família de Maria. A mulher por quem Henrique VIII quebrou com Roma, divorciou-se da mãe de Maria e enterrou uma nação inteira em cisma religioso. Para Maria, Isabel não era apenas uma meia-irmã inconveniente. Era o símbolo vivo da humilhação de sua mãe.
Mas espere — porque a história ficou muito mais complicada do que um simples ódio de família.
1558: Maria, a Sanguinária, e Isabel I: A Verdade Sobre a Relação Tóxica das Filhas de Henrique VIII
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